Cultura Brasileira

A Despedida de Antonio Candido, O Maior Crítico Literário Brasileiro do Séc. XX

Na última sexta-feira, 12 de maio, o Brasil perdeu Antonio Candido, um dos seus maiores pensadores do Séc XX. Nascido no Rio de Janeiro, Antonio Candido de Mello e Souza foi um sociólogo, literato e professor universitário brasileiro. Estudioso de literatura brasileira e estrangeira, como crítico literário escreveu diversos artigos e resenhas sobre as primeiras obras de autores como Clarice Lispector e João Cabral de Melo Neto, além de outros que ainda não haviam alcançado notoriedade como Murilo Mendes e Carlos Drummond de Andrade.

Tornou-se autor de uma extensa obra crítica, muito respeitada nas principais universidades do Brasil. Dentre suas obras destacamos “A Formação da Literatura Brasileira”, obra que descreve a forma como a produção literária brasileira se desenvolveu diante das mudanças sociais e culturais do país.

Além de Professor Emérito da USP e UNESP, doutor honoris causa da Unicamp e da Universidade da República do Uruguai, Antonio Candido recebeu, dentre outros, o Prêmio Jabuti (1965 e 1993), o Prêmio Machado de Assis (1993), o Prêmio Anísio Teixeira (1996) e o Prémio Camões (1998).

Deixamos aqui nossa pequena homenagem e agradecimento a esse grande pensador que deixou, como uma de suas maiores contribuições, a certeza de que a literatura nacional é um importante instrumento com o qual se pode retratar a realidade de todos os cidadãos, independente de como estão inseridos no panorama global.

Os 11 Livros que Antonio Candido Considerava Fundamentais para Entender o Brasil

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A 57ª Mostra de Arte de Veneza conta com a Presença de Nomes Brasileiros

Com curadoria de Christine Macel, a Bienal de Veneza acontece entre os dias 13 de Maio e 26 de Novembro sob o título “Viva Arte Viva”, contando com 85 artistas e trazendo como diferencial esse ano o foco nos artistas e não em grandes temas - o que é comum do evento.

A curadora comunicou que a edição deste ano é “uma Bienal projetada com artistas, por artistas e para artistas”. Dentre os artistas nomeados, temos cinco nomes representando o Brasil.

Dentre os artistas, contamos ainda com a presença de Ernesto Neto - pela segunda vez na Bienal - , Erika Verzutti e Cinthia Marcelle. Cinthia foi escolhida por Jochen Volz e irá ocupar sozinha todo o pavilhão brasileiro em Veneza, feito que não acontece desde 2011 quando o português Artur Barrio teve todo o espaço do país à sua disposição.

Dos artistas citados, destacamos Paulo Bruscky e Ayrson Heráclito. Conheça um pouco do trabalho desses artistas.

Paulo Bruscky

Paulo Bruscky DivulgaçãoNascido no Recife, em Pernambuco, Paulo Bruscky iniciou seu trabalho com desenhos, pinturas e gravuras. Foi consagrado em 1970 quando atuou com vídeos, fotolinguagem e arte postal e foi reconhecido como um dos mais importante renovadores da cena artística contemporânea do Recife.

Sua performance para a Bienal marcará a abertura do evento. O artista desembarca na Itália com 26 caixotes e mais de 30 ajudantes vestidos de operários onde farão um “cortejo” em duas gôndolas pelos canais da cidade até chegar ao pavilhão. A entrada da Bienal é de Bruscky, que irá receber e compor suas obras com a mensagem “Arte se embala como quiser”.

Seu livro PoesiaViva foi o responsável por encantar a curadora Christine Macel e por influenciar o tema da 57ª Bienal de Veneza deste ano.

Bienalle Arte 2017 - Paulo Bruscky: https://goo.gl/Yz6nfZ

Paulo bruscky fala sobre o livro “A História da Poesia de Vanguarda no Brasil”

Ayrson Heráclito

Ayrson Heraclito DivulgaçãoProfessor de Artes Visuais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Ayrson Heráclito desenvolveu um trabalho envolvendo fotografia, performance e instalação. Utilizando materiais inusitados como pipoca, açúcar e sementes, o artista frequentemente aborda a cultura afro-brasileira e acredita na arte como uma forma de cura.

Praticante do candomblé há mais de 20 anos, Ayrson diz que o nosso país precisa “exorcizar os fantasmas da sociedade colonial” que há tanto tempo assombram o Brasil.

Em seu trabalho para Bienal, a obra Sacudimentos foi criada parte na Bahia e outra em Senegal e faz alusão ao ritual realizado por pessoas de religião de matrizes africanas. Registros da performance Sacudimentos podem ser apreciados na mostra “Coletiva de Acervos”, em cartaz na Galeria Blau Projects, São Paulo, até 25 de Março de 2017.

Bienalle Arte - Ayrson Heráclito: https://goo.gl/xMkTME

Entrevista de Ayrson Heráclito para a ARTE!Brasileiros

Saiba mais sobre a Bienal de Veneza no site do evento aqui.

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Conhecendo o Brasil Através do Cinema

Conheça o Sertão Nordestino Através do Filme “Abril Despedaçado”

O filme mostra a vida , as paisagens e os costumes do sertão brasileiro no início do século XX. O Sertão nordestino é uma sub-região que está inserida na região Nordeste do Brasil estende-se pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

É uma região dominada pelo clima semiárido, fazendo com que suas temperaturas médias sejam bem elevadas e que não chova boa parte do ano. As condições climáticas restringem a atividade econômica da região e boa parte da economia na época derivava do plantio de cana-de-açúcar. A família retratada no filme vivia da confecção de rapadura (conhecida em outros países como panela ou chancaca), um doce que é feito do extrato de cana de açúcar, produzidas em engenhos e que está presente na alimentação desde o século XVI até os dias atuais.

Chuva de Bala no país de Mossoró

A cultura da região é bastante rica, sendo o local de origem de ícones da cultura brasileira como o Repente, a Literatura de Cordel e ritmos como o Baião, o Xaxado e o Forró. O Sertão nordestino tem nas festas de São João dessa região seu grande marco cultural até hoje com suas grandes festividades populares.

O filme retrata um pouco da essência do Sertão e tem uma linda fotografia que mostra toda a beleza da natureza da região.

 

Abril Despedaçado (2001)

AbrilDespedaçado

Sinopse: O filme acontece em abril de 1910, no sertão brasileiro, onde vive Tonho (Rodrigo Santoro) e sua família. Tonho vive um grande dilema, pois ao mesmo tempo que é obrigado por seu pai (José Dumont) a vingar a morte de seu irmão mais velho, assassinado por uma família rival, sabe que caso se vingue será perseguido e terá pouco tempo de vida. Angustiado pela perspectiva da morte, Tonho passa então a questionar a lógica da violência e da tradição.

Assista o trailer do filme "Abril Despedaçado"

 

Esse post inaugura a série "Conhecendo o Brasil Através do Cinema"

A série “Conhecendo o Brasil Através do Cinema” foi criada a fim de apresentar filmes que retratam a diversidade de culturas do nosso país, para que os leitores do Blog Cultura Brasileira possam se sentir mais perto na nossa cultura e conhecer um pouco de nossa história. Para ver todos os filmes da série, clique na Tag “Brasil no Cinema” ao final do post.

 

 

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O Dia Nacional do Choro e os 100 anos de "Carinhoso"

Desde o ano 2000, comemoramos em 23 de abril o dia nacional do Choro - data que marca o nascimento de Alfredo da Rocha Viana, o Pixinguinha. Músico, arranjador e compositor, o artista é um dos pilares da história da música brasileira e expoente máximo desse gênero musical. Nesse dia do choro celebramos não só os 120 anos de Pixinguinha como também os 100 anos de uma de suas principais composições, Carinhoso.

Ah, se tu soubesses...

Pixinguinha contribuiu para a história da música brasileira com uma centena de composições, e dentre elas, a mais conhecida e celebrada é “Carinhoso”.
Esta obra foi composta em 1917, mas só ganhou letra na década de 30, pelas mãos de João de Barro. Foi gravada pela primeira vez em 1937 por Orlando Silva, "o cantor das multidões"

Pixinguinha: "Carinhoso"

Eleita uma das três maiores representantes da música brasileira no séc XX, Carinhoso é até hoje uma canção conhecida por brasileiros de todas as idades, como lembrou o artista Paulinho da Viola em seu documentário "Meu tempo é hoje".

Trecho de "Paulinho da Viola - Meu Tempo É Hoje

 

Pixinguinha

pixinguinha divulgacao

Pixinguinha começou a atuar como flautista ainda na adolescência e participou ativamente como músico e arranjador durante os primeiros passos da indústria fonográfica brasileira. Seus arranjos foram importantes não só para a transição do Choro do século XIX ao XX, mas também para músicas de carnaval, marchinhas e sobretudo para a consolidação do samba como ritmo brasileiro (como arranjador de Carmen Miranda, Francisco Alves entre muitos outros). Seu trabalho influenciou grandes músicos brasileiros do século XX como Jobim, Ary Barroso, Jacob do Bandolim e Paulinho da Viola.

Pixinguinha faleceu aos 75 anos, no dia 17 de fevereiro de 1973,durante um batizado na Igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, no mesmo momento em que acontecia um desfile pré-carnavalesco da Banda de Ipanema. Os líderes da banda decidiram homenagear o músico e, ao passar pela igreja onde ainda estava seu corpo, interromperam a folia para cantar "Carinhoso", peça máxima de sua obra.

A obra de Pixinguinha segue inspirando instrumentistas brasileiros e damos destaque para o trabalho do bandolinista Hamilton de Holanda, "O Mundo de Pixinguinha", que reuniu músicos de diferentes partes do mundo para realizar uma releitura moderna dessa obra.

Hamilton de Holanda - Carinhoso (Tributo a Pixinguinha)

 

Eventos Relacionados:

- A Casa do Choro fará um evento que reunirá os grande músicos do gênero em diferentes partes da cidade.

- O Instituto Moreira Salles lança esse final de semana um novo site disponibilizando seu acervo sobre Pixinguinha.

 

 

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Lygia Pape - Exposição Sobre a Artista Brasileira Estreia nos EUA

“Lygia Pape - A Multitude of Forms” é uma exposição que faz uma retrospectiva de todas as obras da artista brasileira e que estreou no último dia 20 de Março, no Met Breuer, em Nova York . Pape é a primeira grande artista Latino-americana a ser escolhida para uma exposição no Met Breuer. A exposição conta com esculturas, pinturas, gravações, curtas-metragens, fotografias e performances e será exibida até 23 de Julho.

Lygia Pape (1927-2004) integrou o Grupo Frente e em 1957 foi uma das signatárias do “Manifesto Neoconcreto”. Em 1959, a artista fundou no Rio de Janeiro, junto com Hélio Oiticica e Lygia Clark, o neoconcretismo, um movimento que foca na abstração geométrica, mas que também ressalta a experimentação, mostrando que a arte não é um mero objeto.

Durante cinco décadas de trabalho, Pape buscou aproximar objetos artísticos da vida real, unindo abstrações geométricas às noções do corpo, tempo e espaço. A artista se consagrou com obras como “Roda dos Prazeres” (1967), “Divisor” (1968) e “Banquete Tupinambá” (2000).

Saiba mais:

Met Breuer Website - Lygia Pape - “A Multitude of Forms”

Sobre Lygia Pape - Enciclopédia Itaú Cultural

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Fotógrafo inglês ilustra a diversidade brasileira - Projeto “Somos Brasil”

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Lançado em meados do ano passado, o projeto “Somos Brasil”, realizado pelo fotógrafo britânico Marcus Lyon, percorreu mais de 22 mil quilômetros em seis meses, fotografando, entrevistando e analisando o DNA de 104 brasileiros para o projeto que mostra a diversidade genética que o povo brasileiro carrega.

O projeto idealizado por Lyon teve como base sua experiência no exterior, observando pessoas que buscavam uma terra natal como parte da definição de sua identidade. Por exemplo, enquanto nos Estados Unidos, muitos se definem como afro-americanos ou italo-americanos, no Brasil, com raras exceções, a vasta maioria se define apenas como “Brasileiro”. Lyon, que é encantado pelo país, ficou intrigado com a maneira a qual os brasileiros defendem sua identidade. .

Pensado inicialmente como um projeto de fotografias e entrevistas, o "Somos Brasil" foi evoluindo até Lyon abraçar os relatos dos entrevistados e resolver analisar o DNA de cada um. Após a análise, constatou-se que cada brasileiro carrega um pedacinho de cada etnia espalhada pelo mundo, mostrando a diversidade dos povos que deram origem a essa mistura que é o Brasil.

O resultado final do projeto foi a publicação de um livro e o lançamento de um aplicativo. Os dois se retroalimentam com a finalidade de apresentar ao público a bela e detalhada pesquisa feita pelo artista.

Marcus Lyon é casado com uma brasileira e tem dois filhos, nascidos no Reino Unido mas que se intitulam “brasingleses”. O fotógrafo diz que seu trabalho foi uma “declaração de amor” ao Brasil e em seus agradecimentos no projeto diz que ao procurar entender o povo brasileiro pôde encontrar a si mesmo. No início de 2017, parte de "Somos Brasil" foi adquirida pelo "Smithsonian Institute" para fazer parte de seu acervo permanente.

Mais informações:

O aplicativo está disponível para Android e IOS e com ele você pode acessar as entrevistas em português e inglês, no site do autor do projeto.

“Projeto com retratos e DNA de 104 brasileiros que tenta desvendar 'força' de identidade nacional” (BBC Brasil)

“Is your identity given or created?” - Marcus Lyon no Tedx Talks

Unravelling Brazil´s Diverse DNA - The Guardian

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A Escola de Samba Portela é a Campeã do Carnaval 2017

A tradicional Portela levou outro título para casa no carnaval de 2017. Os 3.400 componentes desfilaram o enredo “Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar”, desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. Este enredo - um mergulho poético nas águas doces do planeta - retratou os aspectos culturais e religiosos geralmente associados a rios como o São Francisco e o rio Nilo. A vitória foi bastante celebrada pela comunidade do samba, já que a escola estava há 33 anos sem vencer um carnaval.

Fundada em 1923, possui como símbolo a águia e as cores azul e branco. Juntamente com a Deixa Falar e a Mangueira, formam a tríade das escolas fundadoras do carnaval carioca. É uma das principais escolas de samba do Rio de Janeiro, tendo levado pra casa 22 títulos do carnaval carioca - além de ser um dos berços dos grandes sambistas e instrumentistas locais.

Conhecida carinhosamente como “A Majestade do Samba” , a Portela começou como um bloco carnavalesco chamado de Conjunto de Oswaldo Cruz no bairro homônimo de Oswaldo Cruz. Em sua história, encontramos grandes nomes da música brasileira como Paulinho da Viola, Monarco e a Velha Guarda da Portela, Clara Nunes e Zé Ketti.

Mais informações:

Veja um pouco do desfile da Portela no site:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2017/noticia/portela-e-a-campea-do-carnaval-2017-do-rio.ghtml

Documentário sobre a Portela: "O Mistério do Samba" 

Site Oficial da Portela

Wiki: Portela

Compositores e sambistas ligados à Portela: Aniceto da Portela, Mijinha, Manacéa, Argemiro, Alberto Lonato, Chico Santana, Casquinha, Alcides Dias Lopes, Alvaiade, Colombo, Candeia, Candeia, Waldir 59, Wilson Moreira, Noca da Portela, entre outros.

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Mostra Oscar Niemeyer em Tokyo

O Museu de Arte Contemporânea de Tóquio está apresentando até o próximo 12 de outubro a mostra “Oscar Niemeyer, o homem que construiu Brasília”. A mostra com curadoria de Yuko Hasegava e com montagem e design feitos pelos arquitetos Kasuo Sejima e Ryue Nishizawa, do premiado escritório SANAA, já foi vista por mais de 21 mil pessoas em seu primeiro mês e traz maquetes, fotos, desenhos e vídeos sobre a obra do grande mestre da arquitetura.

Entre grandes maquetes gigantes de obras como a catedral de Brasília e a Casa das Canoas, os visitantes têm a oportunidade de ver a evolução da obra de Niemayer e até um vídeo no qual o arquiteto apresenta a cidade ao Imperador Hirohito.

Onde: Museu de Arte de Contemporânea de Tokyo
Quando: de 18 de julho a 12 de outubro
Mais informações: http://www.mot-art-museum.jp/eng/exhibition/oscar-niemeyer.html

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Tatuadora brasileira apaga cicatrizes de violência doméstica

Flavia Carvalho é uma tatuadora que há dois anos ajuda a apagar cicatrizes deixadas por algum tipo de violência doméstica.
Graças a esse dom, a tatuadora brasileira conseguiu disfarçar marcas de facadas, balas e intervenções cirúrgicas com seus desenhos e belas cores. Tudo isto é parte de um projeto chamado “Flor da pele”.
Flavia se esmera em seu trabalho para que desapareça totalmente a cicatriz - uma tentativa de assim diminuir toda a dor sofrida pela pessoa tatuada. Este trabalho é gratuito, já que é dirigido a pessoas com poucos recursos econômicos.

A tatuadora conta que tudo começou quando uma mulher a procurou porque queria apagar uma grande cicatriz que tinha no abdômem. A mulher lhe contou que um homem quis assediá-la em uma danceteria, mas como ela resistiu, o homem a feriu com uma navalha que levava escondida.

Comovida com o resultado catártico de sua arte sobre esta pessoa, Flávia decidiu oferecer suas tatuagens a outras mulheres que passaram por situações difíceis como essa.

flavia carvalho tatuagem

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Novo Mural de Kobra Retrata Bob Dylan em sua natal, Minneapolis

No dia 26 de agosto, Kobra deu início à sua maior obra no exterior. Ele faz em Minneapolis, no estado de Minnesota, Estados Unidos, uma releitura do cantor e compositor norte-americano Bob Dylan, em uma parede de 50 metros por 20 metros de um prédio Art Deco, na esquina da Henneping com a S. 5th Street, no Centro da cidade.

Kobra está nos EUA há uma semana, acompanhado pelos artistas Agnaldo Brito, Silvio Cesar e Marcos Rafael, todos do Studio Kobra. No trabalho contará também com a colaboração de dois assistentes norte-americanos. “Mostraremos no mural três diferentes fases da trajetória de Dylan, inspirados pelo título de uma de suas mais importantes canções, ‘The Times They Are a-Changin’. Será um painel permanente, de cerca de mil metros quadrados”, diz Kobra.

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